QUANDO O PODER E O AMOR SE FUNDIREM COMO DOIS IGUAIS

julho 18, 2015 at 8:47 pm Deixe um comentário

Após um tempo bem longo sem atualizações neste blog,
segue um poema pequeno e despretensioso.
Boa leitura.

Quando o poder e o amor se fundirem como dois iguais
Não haverá lágrimas ou temores nunca mais

Quando o poder e o amor se fundirem como não desiguais
Haverá rosas em todas as janelas e sorrisos cor de lilás

Quando o poder e o amor se fundirem como não rivais
Haverá corações sem mentiras e puros como os animais

Quando o poder e o amor se fundirem como amantes siderais
Haverá almas realmente humanas e não simulacros abissais

Poema: Rita Maria Felix da Silva

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