Caixa de Tesouro

janeiro 21, 2010 at 3:45 am 12 comentários

Oi, pessoal,
Para a atualização de hoje, escolhi fazer algo diferente. Pouca gente sabe que também faço poesia. Essa é uma delas, uma pequenina, das primeiras que fiz e essa eu adoro muito mesmo.
Boa leitura
Beijos
P.S. Uma curiosidade sobre este poema é que (poucas pessoas souberam disso) é a primeira aparição (na verdade uma breve menção) ao anjo Zashiel em meus textos. Ele teria um papel bem importante pouco depois, em Marind.

CAIXA DE TESOURO
Por Rita Maria Felix da Silva

E eu pensarei em você durante meus dias
Tanto nos mais brilhantes
Como nos tempestuosos também
E te manterei em minha memória
E em meus sonhos
Numa pequena caixa de tesouro
Feita de desejos e esperança
Que entregarei a um anjo para proteger

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Khen-Zur Fedja

12 Comentários Add your own

  • 1. Angela Oiticica  |  janeiro 21, 2010 às 4:28 am

    Lindo. Bem intenso.

    Responder
  • 2. Edgley  |  janeiro 21, 2010 às 1:40 pm

    Muito bacana esse seu poema, curto na escrita, mas longo no que diz. Parabéns!!!

    Responder
  • 3. Davi B. Maximiano  |  janeiro 21, 2010 às 4:56 pm

    Que bonito… Me trás uma nostalgia isso, não sei ao certo, gosto do que me faz sentir assim.

    Responder
  • 4. Wesley Felipe (Monsieu Henri Corredeiras)  |  janeiro 21, 2010 às 7:33 pm

    Muito bonito e as palavras tão sutis…
    Gostei.

    Responder
    • 5. Rita Maria Felix da Silva  |  janeiro 21, 2010 às 11:59 pm

      Muito obrigad por ter gostado, Wesley.
      Beijos
      Rita

      Responder
  • 6. Rita Maria Felix da Silva  |  janeiro 21, 2010 às 9:00 pm

    Angela, Edgley e Davi,
    Muito obrigada.
    Beijos
    Rita

    Responder
  • 7. Bia  |  janeiro 22, 2010 às 2:42 am

    Realmente, bem sutil, mas eu achei bem construído, como se cada palavra estivesse no lugar certo… =)

    Vou colocar seu link lá no blog, ok? =D

    Responder
    • 8. Rita Maria Felix da Silva  |  janeiro 22, 2010 às 3:02 am

      Ok, pode colocar, obrigada.
      Beijos
      Rita

      Responder
  • 9. Wesley Felipe (Monsieu Henri Corredeiras)  |  janeiro 22, 2010 às 2:18 pm

    Rita… este poema me fez lembrar do amor de Abelardo e Heloisa. Já conheçe a história?
    Mesmo separados, continuaram a se amar pelo poder da memória e da saudade, até que enfim a morte os uniu…

    Me fez lembrar!
    Parabéns!

    Responder
    • 10. Rita Maria Felix da Silva  |  janeiro 27, 2010 às 3:22 am

      Wesley,
      Infelizmente não conheço.
      Mas adorei a comparação.
      Obrigada.
      Beijos
      Rita

      Responder
  • 11. Mensageiro Obscuro  |  janeiro 24, 2010 às 7:41 pm

    Belo texto apesar de distante dos estilos literários que mais leio.

    Responder
    • 12. Rita Maria Felix da Silva  |  janeiro 25, 2010 às 12:07 am

      E fico muito contente, Mensageiro, por apesar de ser diferente dos estilos que você lê, você gostou.
      Obrigada
      Beijos
      Rita

      Responder

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